Crear
Descargar
Obtener Plan Académico
Compartir juego
Intégralo en tu plataforma

Puedes integrar el juego en un LMS compatible con LTI 1.1 o LTI 1.3 como Canvas, Moodle, o Blackboard. De esta manera podrás guardar las puntuaciones automáticamente en el libro de calificaciones de esa plataforma.
Descargar
Has superado el número máximo de juegos que puedes integrar en Google Classroom con tu Plan actual.

Para integrar tantos juegos como quieras en Google Classroom, necesitas un Plan Académico o un Plan Comercial.

Has superado el número máximo de juegos que puedes integrar en Microsoft Teams con tu Plan actual.

Para integrar tantos juegos como quieras en Microsoft Teams, necesitas un Plan Académico o un Plan Comercial.

La descarga de juegos es una característica exclusiva para usuarios con un Plan Académico o un Plan Comercial.

Obtén ahora tu Plan Académico o Comercial y comienza a integrar tus juegos en tu LMS, web o blog.

Si lo deseas, puedes descargar un juego de prueba aquí y probar su integración:

Manejo de Paciente - Dengue C e D - Medicos e enfermeiros

Test

(3)
Jugadas 84

Sobre esta actividad

Plantão em Pílula

Creada por

Brasil

Descarga la versión para jugar en papel

Crea tu propio juego gratis desde nuestro creador de juegos
Compite contra tus amigos para ver quien consigue la mejor puntuación en esta actividad

Top juegos

%
Anónimo
Anónimo
%
%
%
Has superado el número máximo de juegos que puedes imprimir con tu Plan actual.

Para imprimir tantos juegos como quieras, necesitas un Plan Académico o un Plan Comercial.

Imprime tu juego
Manejo de Paciente - Dengue C e D - Medicos e enfermeiros
 

Manejo de Paciente - Dengue C e D - Medicos e enfermeirosVersión en línea

Plantão em Pílula

por Leticia Quaresma
1

Paciente masculino, 42 anos, 85 kg, sem comorbidades prévias. Chega à emergência com extremidades frias, pulso filiforme, TEC > 3 segundos e PA 80x60 mmHg (Choque). Foi classificado como Grupo D. A equipe iniciou a expansão imediata com 1.700 mL (20 ml/kg) de Soro Fisiológico em 20 minutos. Reavaliação após o 1º ciclo: PA 85x60 mmHg, pulso ainda rápido e fino. Novo Hematócrito coletado mostra aumento (de 45% na admissão para 50% agora).

2

Sr. João, 74 anos, 70 kg, portador de Insuficiência Cardíaca (IC) Classe III (moderada/grave). Chega à UPA com quadro de Dengue (5º dia), apresentando lipotimia, extremidades frias e PA 85x50 mmHg. Classificado como Grupo D (Choque). Considerando a comorbidade de base, qual a prescrição correta para a ressuscitação volêmica inicial deste paciente?

3

Carla, 55 anos, portadora de válvula cardíaca metálica, em uso contínuo de Varfarina. Procura atendimento com quadro de Dengue. Ao exame, não apresenta sangramentos ativos. Exames: Plaquetas: 28.000/mm³. INR: 3,0 (na faixa terapêutica para a válvula). Classificada como Grupo B (pela comorbidade/plaquetopenia), mas sem sinais de alarme no momento. Qual a conduta correta em relação à anticoagulação?

4

Lucas, 30 anos, 80 kg, Grupo C (dor abdominal intensa e vômitos). Recebeu a hidratação venosa imediata de 10 ml/kg (800 mL) na primeira hora. Reavaliação após 1ª hora: Sinais vitais estáveis, diurese presente, dor abdominal melhorou. Hematócrito caiu de 48% para 42%. Qual o próximo passo na condução da hidratação venosa?

5

Paciente internado na UTI com Dengue Grave (Grupo D). Após ciclos de expansão volêmica, paciente estabilizou a PA, mas começou a apresentar desconforto respiratório. Exame Físico: Estertores crepitantes em bases pulmonares e turgência jugular. Novo Hematócrito: Queda brusca de 45% para 32%. Contexto: Não há sangramento externo visível. A combinação de queda do hematócrito com sinais de congestão pulmonar, após a estabilização do choque, sugere qual cenário e conduta?

6

Pedro, 4 anos, pesando 16 kg. Chega à emergência trazido pelos pais com história de 4 dias de febre que cessou hoje. A criança está irritada, alternando com sonolência. Ao exame físico: extremidades frias e moteadas até o joelho, tempo de enchimento capilar de 4 segundos. Com base nos parâmetros clínicos e hemodinâmicos, qual a classificação correta e a conduta imediata para esta criança?

7

Roberto, 35 anos, 75 kg, sem comorbidades. Admitido na Sala Vermelha com Dengue Grave (Grupo D). Foi realizado o protocolo de ressuscitação volêmica inicial com SF 0,9%: 3 etapas de 20 ml/kg em 20 min. Reavaliação após o 3º ciclo: Paciente mantém PA 80x50 mmHg, taquicárdico e oligúrico. Hematócrito: Aumentou de 48% (admissão) para 55% (agora). Diante da persistência do choque após volume adequado de cristaloide e ascensão do hematócrito, qual a conduta indicada pelos manuais

8

Dona Maria, 68 anos, hipertensa (Grupo C na admissão). Após 24 horas de internação e hidratação vigorosa, a paciente apresenta melhora da dor abdominal e está afebril. Contudo, paciente iniciou desconforto respiratório. Ao exame: Taquipneia (26 irpm), turgência jugular patológica e estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões. PA 150x90 mmHg. Exames de controle: Hematócrito caiu de 44% para 30%. Não há sinais de sangramento. Qual a interpretação do quadro e a conduta a ser tomada?

Explicação

No Grupo D (Choque), se a resposta for inadequada após o primeiro 20ml/kg, deve-se avaliar o hematócrito. Se o hematócrito estiver em ascensão (hemoconcentração persistente), significa que o plasma continua vazando. O protocolo indica repetir a expansão com cristaloide (até 3 vezes total). O uso de coloides (Albumina) é reservado para quando há persistência do choque e Ht alto após a reposição volêmica adequada (geralmente após os 3 ciclos de cristaloide ou resposta insatisfatória a eles)

Para cardiopatas com Insuficiência Cardíaca (IC), a hidratação deve ser individualizada. O protocolo do Ministério da Saúde e do Estado de SP especifica que para IC Classe III, a ressuscitação volêmica deve ser de 10 ml/kg em 30 minutos (metade da dose padrão e tempo mais longo), sob rigorosa vigilância

Em pacientes usando anticoagulantes (Varfarina), se as plaquetas caírem abaixo de 30.000, deve-se suspender a medicação e internar. A reversão com Plasma/Vit K só é indicada se houver sangramento, devido ao alto risco trombótico da válvula metálica. A troca por Heparina só é feita quando o INR baixa e se as plaquetas permitirem (geralmente >30-50k)

Se o paciente do Grupo C responde bem à fase de expansão (melhora clínica e queda do Ht), deve-se passar para a Fase de Manutenção. A regra é: 1ª fase de manutenção = 25 ml/kg em 6 horas. A alta é proibida antes de 48h de internação para Grupo C.

A queda do hematócrito sem sangramento evidente, associada a sinais de insuficiência cardíaca/congestão (estertores, turgência) após ressuscitação volêmica, indica hiper-hidratação (hemodiluição). A conduta é reduzir a infusão e usar diuréticos se necessário. Se fosse hemorragia, o paciente provavelmente voltaria a apresentar hipotensão/choque junto com a queda do Ht.

Em crianças, a hipotensão é um sinal tardio. O choque pode ser identificado precocemente pela pressão de pulso convergente (diferença entre sistólica e diastólica ≤ 20 mmHg). No caso, 85 - 70 = 15 mmHg. Isso, somado à taquicardia e má perfusão, define o Grupo D (Choque). A conduta para Grupo D é 20 ml/kg em 20 minutos com cristaloide isotonico

Se após a ressuscitação com cristaloides (geralmente até 3 ciclos) o choque persiste e o hematócrito está em ascensão (subindo), isso indica que o plasma continua vazando dos vasos e o cristaloide não está segurando a pressão oncótica. A indicação precisa é o uso de coloides (Albumina). Transfusão somente é indicada se o Ht estiver em queda com choque persistente (sugerindo hemorragia)

A presença de sinais de congestão (estertores, turgência jugular), hipertensão e queda do hematócrito (hemodiluição) sem sangramento indica sobrecarga volêmica (hiper-hidratação). O manejo exige redução/suspensão de líquidos e uso de diuréticos se necessário

¿Estás seguro que quieres abandonar la página?

Al abandonar la página perderás el progreso del juego.