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Noções de gramática

Test

Jugadas 5

Sobre esta actividad

Ortografia
Crase
Concordância nominal
Concordância verbal
Regência nominal
Regência verbal
Colocação pronominal
Pontuação

Creada por

Brasil

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Noções de gramática
 

Noções de gramáticaVersión en línea

Ortografia Crase Concordância nominal Concordância verbal Regência nominal Regência verbal Colocação pronominal Pontuação

por Denise Gasparini
1

Preencha corretamente as lacunas: O gerente dirigiu-se ___ sua sala e pôs-se ___ falar ___ todas as pessoas convocadas.

Escolha uma ou mais respostas

2

Sentou-se ___ máquina e pôs-se ___ reescrever uma ___ uma as páginas do relatório.

3

Assinale a frase em que à ou às está mal empregado.

4

Assinale a alternativa em que está correto o uso do acento indicativo de crase:

5

Assinale a alternativa em que há um erro de ortografia:

6

Assinale a frase gramaticalmente correta:

7

“Onde” e “Aonde” são palavras que indicam lugar, entretanto são usadas em situações diferentes. Das alternativas abaixo, aquela que está incorreta é

8

“Mal” e “mau” são duas palavras homófonas. Ou seja, elas são pronunciadas da mesma maneira, mas escritas de formas diferentes. A alternativa abaixo em que a palavra está usada corretamente é

9

Marque a única frase onde a concordância nominal aparece de maneira inadequada.

10

A frase em que a concordância nominal está INCORRETA é:

11

"Água às refeições é ________ para a saúde. Essa é uma das muitas precauções que ________ tomar, se se quer conservar a silhueta."

12

“Noites pesadas de cheiros e calores amontoados…” Aponte a opção em que, substituídos os substantivos destacados acima, fica incorreta a concordância de “amontoado”.

13

Tendo em vista as regras de concordância, assinale a opção em que a forma verbal está errada:

14

Indique a alternativa correta quanto à concordância:

15

Indique a alternativa em que não há erro de concordância.

16

Leia: “[Eu] Disse que competência não era uma coisa tão relativa assim, que seriam as mesmas, para ele e para mim, as expectativas sobre a competência que deveria trazer consigo o cirurgião cardiovascular que...” Se substituíssemos “expectativas” por “expectativa”, quantas outras palavras precisariam obrigatoriamente de ajuste para fins de concordância?

17

A regência nominal está adequada à norma padrão em quais alternativas?

18

Assinale a opção em que todos os adjetivos devem ser seguidos pela mesma preposição:

19

Indique onde há erro de regência nominal:

20

Identifique as frases onde a regência nominal está correta:

21

Assinale a alternativa em que a regência verbal está de acordo com a norma culta.

22

Assinale a frase onde a regência do verbo assistir está errada.

23

A frase em que a relação entre os verbos e seu complemento está corretamente expressa é:

24

Quando implicar tem sentido de “acarretar”, “produzir como consequência”, constrói-se a oração com objeto direto, como se vê em:

25

Complete a frase: Senhores, __________ quando __________.

26

Indique a opção em que há erro na colocação do pronome oblíquo átono.

27

Indique a alternativa verdadeira.

28

Indique a alternativa em que há erro de colocação pronominal.

29

Indique a única oração em que a vírgula foi usada corretamente.

30

Considerando a aplicação da vírgula, assinale a resposta incorreta.

31

Assinale a sequência que indica as frases pontuadas corretamente. I. – Cris estão batendo na porta! II. Amanhã dia 28 estarei de férias. III. Quanto custa isto? IV. Que alívio! V. Sim, eu gostei.

32

Escolha a alternativa em que a oração está pontuada adequadamente.

Explicação

Alternativa correta: à - a - a. -O gerente dirigiu-se à sua sala. - Antes de pronomes possessivos, o uso da crase é facultativo. Portanto “a sua” ou “à sua” estão corretos. -Pôs-se a falar. - Antes de verbos no infinitivo não se usa crase, pois nesse caso há apenas preposição. A crase somente é usada quando além da preposição, há artigo definido "a". -A todas as pessoas. - Neste caso a crase não é usada porque não há contração de artigo definido “a” com a preposição “a”.

Alternativa correta: à - a - a. -Sentou-se à máquina. - A crase é usada antes de palavras femininas. Ela marca a contração de a (preposição) + a (artigo). -Pôs-se a reescrever. - Antes de verbos no infinitivo não se usa crase, pois nesse caso há apenas preposição. A crase somente é usada quando além da preposição, há artigo definido "a". -Uma a uma. - Não se usa crase antes de artigos indefinidos (neste caso, “uma”). Isso porque a crase sinaliza apenas a contração da preposição “a” com o artigo definido “a”.

Alternativa correta: Submeteram o amor à provações difíceis. Neste caso, não existe contração de a + a, pois há apenas a preposição, sem ocorrência de artigo. A frase correta seria "Submeteram o amor a provações difíceis.".

Alternativa correta: Ele se referiu às pessoas de boa memória. Há crase porque a oração apresenta preposição e artigo (referir a + as pessoas). Em “O autor se comparou à alguém.”, não há crase porque antes do pronome indefinido “alguém” não se usa artigo, mas apenas a preposição. Sendo assim, o correto é “O autor se comparou a alguém.”. O mesmo acontece em “Os livros foram entregues à ele.” , pois antes de pronomes pessoais do caso reto (no caso, “ele”), não ocorre crase. O correto é “Os livros foram entregues a ele.” Na alternativa “As pessoas aludem à uma causa.”, não há crase porque não existe contração de preposição a com artigo indefinido “uma”. A contração ocorre com a (preposição) + a (artigo definido). Sendo assim, o correto é “As pessoas aludem a uma causa.”. Quanto à alternativa "Ele passou a ser entendido à partir de suas reflexões sobre a memória.", não há crase porque antes de verbo não se usa artigo, mas apenas a preposição. "Partir" é verbo, sendo assim, o correto é "Ele passou a ser entendido a partir de suas reflexões sobre a memória.".

Alternativa correta: Eu juro que sou inocente, Meretíssimo. O adjetivo masculino "Meritíssimo" é uma forma de tratamento usada para se referir aos juízes. Ela é escrita com "e" na primeira sílaba e com "i" na segunda sílaba: me-ri-tís-si-mo.

Alternativa correta: A janta não foi servida por quê? Sobre os usos dos porquês, temos: Por que: usado em perguntas, em frases interrogativas Porque: usado em respostas, em frases afirmativas causais e explicativas. Por quê: usado em perguntas, no final de frases interrogativas. Porquê: substantivo que significa "motivo" ou "razão"

Alternativa correta: Não sei aonde começar a caminhada. A diferença entre essencial entre as palavras "onde" e "aonde" é que: Onde: ideia de permanência. Ela indica o lugar onde está ou em que se passa um acontecimento e está ligada a verbos que expressam permanência. Aonde: ideia de movimento. Ela indica movimento ou aproximação e está ligada a verbos que expressam essa ideia.

Alternativa correta: Henrique foi muito mau comigo. A palavra mau com "u" é um adjetivo contrário de "bom". Já a palavra mal com "l" é contrário de "bem" e pode desempenhar o papel de advérbio de modo, substantivo e conjunção subordinativa temporal.

Alternativa correta: Obrigava sua corpulência a exercício e evolução forçadas. Neste caso, há basicamente duas regras: 1. quando o adjunto adnominal (forçado/a) vêm antes dos substantivos (exercício, evolução) ele deve concordar com o substantivo mais próximo. Por isso, está correto dizer "forçado exercício e evolução" (d) e "forçada evolução e exercício" (e). 2. quando o adjunto adnominal (forçado/a) vêm depois dos substantivos (exercício, evolução) ele pode concordar com o substantivo mais próximo ou com todos eles. Por isso, está correto dizer "exercício e evolução forçada" (a) e "exercício e evolução forçados" (b).

Alternativa correta: É realmente louvável os esforços que vocês empreenderam para nos ajudar, portanto, qualquer que sejam os resultados, agradecemos muito. Correção: São realmente louváveis os esforços que vocês empreenderam para nos ajudar, portanto, quaisquer que sejam os resultados, agradecemos muito. Explicação: A palavra "louváveis" funciona como adjunto adnominal do substantivo "esforços", por isso, deve concordar com ele. "necessárias" concorda com "ferramentas". "inaceitáveis" concorda com "indefinições". "superadas" concorda com "afirmações". "conhecidos" concorda com "resultados".

Alternativa b: mau, são precisas. Correção: "Água às refeições é mau para a saúde. Essa é uma das muitas precauções que são precisas tomar, se se quer conservar a silhueta." "Mau" não varia quando concorda com substantivo que não é antecedido por nenhum determinante*. Assim, está correto dizer "água é bom", mas se houvesse um determinante antes, teríamos: "a água é boa". "São precisas" deve estar no plural, porque a regra diz que em orações adjetivas restritivas, quando o pronome "que" vem antecedido de "um dos", o verbo fica no plural. *Determinantes podem ser artigos, pronomes e numerais adjetivos.

Alternativa correta: brisas e odores amontoadas. Quando uma palavra serve de adjunto adnominal (amontoado/a) para dois substantivos (odores e brisas) e vem depois deles, deve concordar com o substantivo mais próximo ou com todos. Assim, está correto: odores e brisas amontoadas - porque "amontoadas" concorda com "brisas", que é o substantivo mais próximo. nuvens e brisas amontoadas - porque "amontoadas" concorda com "brisas", que é o substantivo mais próximo e também concorda com todos os substantivos (nuvens e brisas). nuvens e morros amontoados - porque "amontoados" concorda com "morros", que é o substantivo mais próximo. morros e nuvens amontoados - porque "amontoados" concorda com todos os substantivos (morros e nuvens).

Alternativa correta: Faltam aos países subdesenvolvidos uma legislação mais rigorosa sobre os agrotóxicos. Correção: Falta aos países subdesenvolvidos uma legislação mais rigorosa sobre os agrotóxicos. O verbo deve concordar com o sujeito. É mais fácil se mudarmos a ordem da oração: Falta uma legislação mais rigorosa sobre os agrotóxicos aos países subdesenvolvidos. Mude a ordem das orações restantes: Existem diferentes tipos de inseticidas prejudiciais à saúde do homem na atualidade . Os defensivos agrícolas à base de DDT podem provocar sérias lesões hepáticas. Os efeitos nocivos dos inseticidas clorados persistem por muito tempo no meio ambiente. Os defensivos do tipo fosforado possuem elevado grau de toxidade .

Alternativa correta: Reformam-se ternos. Neste caso, a partícula "se" é partícula apassivadora. É o mesmo que dizer: Ternos são reformados. Isso também acontece na alternativa b), em que o verbo deve concordar com o sujeito: Compraram-se terrenos no subúrbio (o mesmo que: Terrenos foram comprados no subúrbio). Quando a partícula "se" é índice de indeterminação do sujeito, o verbo deve ficar na 3.º pessoa do singular. É o que acontece em: a) Tratava-se, c) Precisa-se, e) Obedecera-se.

Alternativa correta: Pode haver poetas que pensam no desastre aéreo como sendo o arrebol. Junto com um verbo impessoal (neste caso, o verbo haver), os verbos auxiliares também ficam no singular. Correção: Deve haver poetas que pensam no desastre aéreo como sendo o arrebol. Pode haver poetas que pensam no desastre aéreo como sendo o arrebol. O verbo existir não é impessoal e, por isso, o verbo auxiliar vai para o plural. Correção: Devem existir poetas que pensam no desastre aéreo como sendo o arrebol. Podem existir poetas que pensam no desastre aéreo como sendo o arrebol.

Alternativa correta: quatro. Confira abaixo a substituição das palavras em negrito: “[Eu] Disse que competência não era uma coisa tão relativa assim, que seria a mesma para ele e para mim, a expectativa sobre a competência que deveria trazer consigo o cirurgião cardiovascular que...”

Resposta correta: Sigo firme na minha meta. Sigo firme na minha meta. “Firme” rege a preposição “em”. Quem segue firme, segue firme em algo. Observe que “na” é a contração de “em” + “a”. A regência nominal não está adequada à norma padrão nas seguintes alternativas: Tenho horror de rato. O nome “horror” é um substantivo que rege a preposição “a”. A frase correta seria: Tenho horror a rato. Ele ficou furioso por aquilo. O nome “furioso” é um adjetivo que rege a preposição “com”. A frase correta seria: Ele ficou furioso com aquilo. A bactéria não é visível com olhos nus. Na frase, “visível” rege a preposição “a”. O correto seria dizer: A bactéria não é visível a olho nu.

Alternativa correta: orgulhoso / rico / sedento Todos regem a preposição “de”: orgulhoso de; rico de; sedento de Exemplos: Estou orgulhoso de ti. É um homem rico de fé. Está sedento de amor. Veja a regência correta dos demais nomes: ávido de/por bom de inconsequente com indigno de odioso a/para perito em leal a limpo de oneroso a oposto a pálido de sábio em

Alternativa correta: Ele é muito apegado em bens materiais. A regência nominal está errada na frase, pois o adjetivo “apegado” requer o uso da preposição “a”, e não da preposição “em”. Quem é apegado, é apegado a alguma coisa ou a alguém. Assim, a frase correta seria: Ele é muito apegado a bens materiais. Veja porque a regência nominal das demais alternativas não apresenta erro: Estamos fartos de tantas promessas. O adjetivo “farto” requer o uso da preposição “de”. Quem está farto, está farto de alguma coisa ou de alguém. Assim, “farto” é o nome e “de tantas promessas” é o complemento. Ela era suspeita de ter assaltado a loja. O adjetivo “suspeita” requer o uso da preposição “de”. Quem é suspeita, é suspeita de algo. Assim, “suspeita” é o nome e “de ter assaltado a loja” é o complemento. Ele era intransigente nesse ponto do regulamento. O adjetivo “intransigente” requer o uso da preposição “em”. Quem é intransigente, é intransigente em alguma coisa. Lembre-se que a palavra “nesse” é uma contração de “em” + “esse” Assim, “intransigente” é o nome e “nesse ponto de regulamento” é o complemento. A confiança dos soldados no chefe era inabalável. O adjetivo “confiança” requer o uso da preposição “em”. Quem tem confiança, tem confiança em algo ou alguém. Lembre-se que “no” é uma contração de “em” + “o” Assim, “confiança” é o nome e “no chefe” é o complemento.

Resposta correta: Aquele homem é capaz de tudo. Confira as explicações abaixo sobre cada uma das alternativas. Sou bacharel no Direito O correto seria: Sou bacharel em Direito "Bacharel" é um nome que requer o uso da preposição "em". Quem é bacharel, é bacharel em alguma coisa. Estava propenso em substituir o açúcar pelo adoçante. O correto seria: Estava propenso a/para substituir o açúcar pelo adoçante. O nome "propenso" requer o uso das preposições "a" ou "para". Quem está propenso, está propenso a/para algo. Ninguém está imune do vírus. O correto seria "Ninguém está imune ao vírus." O nome "imune" requer o uso da preposição "a". Quem está imune, está imune a algo. Na frase, como "vírus" é um substantivo masculino, usou-se a preposição "a" + artigo "o" = ao. Aquele homem é capaz de tudo. A regência da frase está correta; o nome "capaz" requer o uso da preposição "de". Quem é capaz, é capaz de algo.

Alternativa correta: Construir impérios a partir do nada implica inovação e paixão pelo risco. Correção das outras frases: As crianças, obviamente, preferem os doces aos legumes e verduras. (O verbo "preferir" deve sempre ser seguido da preposição "a"). Assista a uma TV de LCD pelo preço de uma de projeção e leve junto um Home Theater! (O verbo "assistir", com o sentido de ver - exige preposição). O jóquei Nélson de Sousa foi para Inglaterra visando a títulos e euros. (O verbo "visar", com sentido de "objetivo", exige preposição). A Caixa Econômica informou aos mutuários que não haverá prorrogação de prazos. (O verbo "informar" exige um complemento sem e outro com preposição: informar algo a alguém).

Alternativa correta: Assistimos um belo espetáculo de dança a semana passada. O correto é: Assistimos a um belo espetáculo de dança a semana passada. Isso porque o verbo "assistir" seguido de complemento com preposição (objeto indireto), tem o sentido de "ver". Seguido de complemento sem preposição (objeto direto), tem o sentido de "ajudar".

Alternativa correta: Presenciamos e deploramos a reação do atleta. Correção das restantes frases: Ontem conhecemos o seu amigo e simpatizamos muito com ele. (O verbo "conhecer" é transitivo direto, enquanto o verbo "simpatizar" é transitivo indireto). Ela comete os desatinos e depois se arrepende deles. (O verbo "cometer" é transitivo direto, enquanto o verbo "arrepender" é transitivo indireto). Aprovo sua proposta, mas não concordo com ela inteiramente. (O verbo "aprovar" é transitivo direto, enquanto o verbo "concordar" é transitivo indireto). Ele não se esqueceu da ofensa nem a perdoou. (O verbo "esquecer" é transitivo indireto, enquanto o verbo "perdoar" é transitivo direto).

Alternativa correta: Uma nova briga implicará situação desconfortável. Nas alternativas a) e b), "implicar" tem o sentido de "embirrar". Nesse caso, o verbo é transitivo indireto, ou seja, seu complemento exige preposição (em ambos os casos, "com"). As alternativas c) e d) apresentam registos que ainda não são considerados por muitos dicionários.

Alternativa correta: avisem-me, vos telefonarem. Senhores, avisem-me quando vos telefonarem. A ênclise (pronome depois do verbo) deve ser usada quando a oração contenha verbos no imperativo afirmativo, tal como “avisem-me”. Por sua vez, a próclise (pronome antes do verbo) deve ser usada quando a oração contenha advérbio, pois o advérbio atrai o pronome, como é o caso de “quando”.

Alternativa correta: Quem atendeu-lhe? Correção: Quem lhe atendeu? As palavras interrogativas que começam as orações atraem o pronome, que por esse motivo devem ser colocados antes dos verbos (próclise).

Alternativas correta: A mesóclise é utilizada com verbos conjugados no futuro do presente e no futuro do pretérito. A mesóclise (pronome no meio do verbo) é utilizada somente em duas situações: com verbos no futuro do presente ou com verbos no futuro do pretérito, desde que a oração não contenha palavras que atraiam a próclise. As demais alternativas são falsas, porque: Nas locuções verbais, tal como com verbos na forma simples, a próclise (pronome antes do verbo) é utilizada quando a oração contenha palavras que atraiam o pronome. Caso contrário. Na colocação pronominal deve ser seguida a seguinte prioridade: próclise, mesóclise e ênclise. Os advérbios atraem a próclise (pronome antes do verbo), mas o mesmo não ocorre com os adjetivos. Além de ser utilizada quando as orações começam com um verbo, a ênclise (pronome depois do verbo) também é utilizada com verbos no imperativo afirmativo e com verbos no infinitivo impessoal.

Alternativa correta: Ninguém viu-o sair para o trabalho. Correção: Ninguém o viu sair para o trabalho. A próclise (pronome antes do verbo) é utilizada quando a oração contém palavras que expressam negação, tal como “ninguém”.

Alternativa correta: d) Naquela sala, os palestrantes costumam descansar. Quando o adjunto adverbial está "deslocado", deve ser separado do resto da oração por vírgula. A vírgula não seria usada neste caso: Os palestrantes costumam descansar naquela sala. Correção das alternativas restantes: O cliente novo, que não paga as dívidas, vive reclamando. O entregador que trouxe o bolo não tem troco. Os palestrantes estão descansando naquela sala. O diretor e o professor entraram às pressas.

Alternativa incorreta: Não podemos usar vírgulas na omissão de verbos. A vírgula é usada para marcar a falta de verbos. Exemplo: Eles gostam de tudo; aqueles, de nada. Quanto às alternativas restantes: Usamos vírgula nas orações subordinadas adjetivas explicativas. Certo, as orações subordinadas adjetivas explicativas são sempre separadas por vírgulas. Exemplo: A atriz, que era famosa pelos papéis de vilã, era amada por todos. Usamos vírgula depois do vocativo. Certo, a vírgula é usada para separar o vocativo, que é um chamamento. Exemplo: Pessoal, vamos embora? Usamos vírgula em datas, para separar o lugar da data. Certo. Exemplo: Brasil, 27 de abril de 2022. Usamos vírgulas para separar elementos. Certo. Exemplo: Levou lápis, caderno e caneta.

Alternativa correta: III, IV e V. III. Quanto custa isto? IV. Que alívio! V. Sim, eu gostei. Correção das alternativas restantes: I. – Cris, estão batendo na porta! O vocativo (neste caso, o chamamento "Cris", deve ser separado da oração por vírgula). II. Amanhã, dia 28, estarei de férias. O aposto (neste caso, "dia 28", deve ser separado por vírgulas na oração).

Alternativa certa: a) Não, já disse que não vou. A vírgula deve ser usada depois dos advérbios "sim" e não" quando eles iniciem uma oração, que é uma resposta. Correção das alternativas restantes: Não, já disse que não vou. Que susto! Aceita um café? O vestido que tenho, e ainda me serve, está sujo.

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